domingo, 5 de agosto de 2012

Estamos de volta!

Eaaae, galera!
Pedimos desculpas por termos ficado tanto tempo sem postar nada, mas agora estamos de volta! Qualquer crítica, elogio ou sugestão que vocês queiram fazer é só comentar, queremos saber sua opinião sobre o blog.
Abraços,
   Gii Innocente

domingo, 17 de julho de 2011

Caveiras


Depois de muuuuuuito tempo, volto a postar aqui no blog. Estava com saudades já.
Decidi falar de um assunto que, na maioria dos casos, intriga muitas pessoas que não gostam de Rock e até mesmo quem aprecia esse estilo: CAVEIRAS.
Certa vez, ouvi um repórter perguntar o por que das caveiras serem o símbolo do Rock. O entrevistado (não sei o nome do cara) disse assim: "Eu acredito que as caveiras possuem o mesmo "formato" são iguais, e apesar do rock possuir vários gêneros, aqueles que admiram o estilo não possuem preconceitos uns com os outros".
Para mim, essa resposta foi perfeita, pois ele tocou em um assunto muito delicado e muito discutido hoje em dia: PRECONCEITO. (Fala sério galera, pra que isso, coisa besta)
Mas ai vai uma outra explicação do por quê da caveira ser o símbolo desse estilo: "Sobre a caveira ser o símbolo do Rock, tem um motivo histórico: O Rock surgiu como forma de protesto, então usavam preto, roupas de couro e faziam cara de mal. O que é mais assustador do que uma caveira? O crânio de um ser humano morto?
Então eles adotaram isso para amedrontar, para mostrar que eles eram maus e ninguém devia mexer com eles."
Contudo, como tudo nessa vida passa, o tempo passou e foi distorcendo essa imagem. Hoje é modinha os jovens se vestirem assim, e posso lhe garantir, que se perguntarmos o motivo de tal vestimenta, a maioria irá responder:"Ah, por que é legal, tem estilo!"
Hoje a caveira significa Diabo, ou não significa nada, apenas mais um símbolo do passado.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

13 de Julho Dia Mundial do Rock

Em 13 de Julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres (Inglaterra) e na Filadélfia (EUA). O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como: Led Zeppelin, Madonna, Queen, David Bowie, BB King, Mick Jeger, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Coliins, Eric Clapton e Black Sabbath entre outros.
O Live Aid foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano. 20 anos depois, em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8 como uma nova edição, com estrutura maior e shows em mais países com o objetivo de pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres erradicar a miséria do mundo.
Desde então, o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.



Fazendo uma homenagem a esse dia tão especial postaremos a lista dos ''10 filmes mais Rock n Roll de todos'' do site cafecompop.com



10- The Wonders: O Sonho Não Acabou (1996)
Levou ao público o talento de Liv Tyler e de Tom Hanks, num filme que misturou muita emoção na ascensão e queda de uma banda de rock. A banda fictícia, The Wonders, fez sucesso mundial com a grudenda “That Thing You Do”.
9- Não Estou Lá (2007)
O filme conta, meio ficcional e meio real, de forma sucinta e direta a história de um dos maiores mitos do rock, Bob Dylan. O charme do filme está nas interpretações impecáveis de nomes como Cate Blanchet, Heath Ledger, Cristian Bale, Richard Gere, Juliane Moore e outros. Todos interpretando Dylan. Fantástico!
8 – Tommy (1975)
A ópera-rock do The Who virou um filme cheio de petardos rock n roll e um show de interpretação do elenco, em que Ann Margaret levou pra casa o Globo de Ouro de melhor atriz. Na história, o atormentado garoto Tommy vira uma espécie de “messias” de um culto religioso. A trilha, não precisa nem dizer, é pra ouvir no último volume.
7 – The Wall (1982)
A obra-prima do Pink Floyd, mais precisamente Roger Waters, virou um grandioso filme com uma trilha precisa e uma história bem trabalhada. Bob Geldof (ele mesmo, do Live Aid) interpreta Pink, o jovem rock star que vive uma trajetória conturbada numa sociedade mais conturbada ainda.
6 – Singles: Vida de Solteiro (1992)
Quem dirige essa história pop cosmopolita é Cameron Crowe, um grande diretor que nesse filme leva às telas a história de um grupo de jovens procurando um sentido para a vida em meio a uma Seattle exalando rock e grunge por todos os poros.
5 – Gimme Shelter (1970)
O filme é um registro cru e real da primeira turnê americana dos Rolling Stones, uma coleção de histórias fantásticas de uma das maiores bandas de rock n roll de todos os tempos. Tem, inclusive, o momento trágico de um show em 1969 em que um grupo de seguranças barras-pesadas (Hell´s Angels) detonou a apresentação, matando uma pessoa e ferindo outras tantas.
4 – Hard Day´s Night ou Os Reis do Iê Iê Iê (1964)
Esse é um filme simples e direto que mostra sem rodeios momentos de histeria e fanatismo pop ao mito que um dia foi os Beatles. As músicas mostram os Fab 4 num momento sublime.
3 – 24 Hour Party People ou A Festa Nunca Termina (2002)
Esse é um registro fiel à cena de rock de Manchester na virada da década de 70 para 80, mostrando a trajetória de bandas igualmente boas e distintas. Para quem curte rock inglês, não poderia ser melhor, já que podemos acompanhar bandas como Stone Roses, Smiths, Happy Mondays, Joy Division e tantas outras.
2 – The Doors (1991)
A incrível história de Jim Morrison foi levada às telas pelo polêmico Oliver Stone, mas quem realmente rouba a cena é Val Kilmer. O ator interpreta Morrison com uma intensidade e verossimilhança poucas vezes vistas na história do cinema. O filme traça um panorama fiel e trágico do mito que foi o líder do Doors, além de trazer roteiro e direção de primeira linha. É pra pular e chorar.
1 – Quase Famosos (2000)
É impossível assistir a Quase Famosos e ficar imune ao clima rock do filme. Mais uma vez Cameron Crowe leva para as telonas uma história incrível, misturando drama com muita música. Aqui, é a vez da banda fictícia Stillwater ser acompanhada em turnê pelo jovem Willian Muller, contratado da revista Rolling Stone para escrever uma matéria com os caras. Nesse caminho, muito sexo, drogas, conflitos, amores, descobertas e, claro, muito rock n roll. A trilha é simplesmente fantástica e conta com, além da própria Stillwater, nomes como Led Zepellin, Elton John, Nancy Wilson, The Who, David Bowie, Lynyrd Skynyrd e muitos outros.



Na minha opinião ainda falta um filme:
The Runaways (2010)
O filme aborda o período entre 1975-1977 do ponto de vista de Cherie Currie (Dakota Fanning), a vocalista da banda The Runaways, que se tornou famosa por ser composta somente por mulheres que tocavam rock and roll.



FONTES: http://www.cafecompop.com/2009/07/especial-dia-mundial-do-rock-top-10-filmes-mais-rock-n-roll-de-todos-os-tempos/
http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Runaways_(filme)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_mundial_do_rock


Post: Isabela Bianchini

segunda-feira, 28 de março de 2011

Guitarras!



Geente!
Tirei umas fotos de umas guitarras tão lindas e decidi compartilhar com vocês, leitores do nosso blog!
Confiram:

sexta-feira, 18 de março de 2011

RIOT GRRRL

Olá leitores fofos e felizes !! Sou a mais nova blogleira do Mulhres no Rock, meu nome é Isa Bianchini mas por enquanto vou usar a conta da –Gii nada Innocente’. Espero que gostem (:





Antigamente a carreira músical feminina se resumia apenas como vocalistas, ou qualquer função em bandas de músicas leves, mesmo assim ficavam mal vistas. Então, na decada de 90 surgiu o movimento que ficou conhecido como Riot Grrrl . O Riot Grrrl  é um movimento que abrange fanzines, festivais e bandas de haracore punk rock e feminismo. A intenção do movimento é informar a mulher de seus direitos e incentiva-las a reivindica-los. Uma das principais formas além de protestos foi o uso da música. As bandas Bikini Kill e Bratmobile são consideradas duas bandas pioneiras desse movimento.


O termo surgiu quando Alison Wolfe, do Bratmobile, resolveu produzir um fanzine feminista chamado Riot Grrrl, onde se rebelava contra uns dos dogmas sagrados do mundo do rock: Garotas não sabem tocar guitarra, bateria, ou baixo tão bem quantos os homens. Devido a essa postura, várias garotas sentiam-se desencorajadas a tomar frente de uma guitarra ou qualquer outro instrumento. As riot grrrls não faziam questão de se mostrarem bonitinhas, meigas, ou bem comportadas. Como fossem vetadas pelo fato de serem mulheres, raspavam as cabeças, usavam roupas masculinas e, às vezes, até como protesto, se envolviam com outras mulheres, mostrando a eles, os homens, de que eram tão capazes e às vezes "até mais" do que eles. O movimento Riot foi popularizado por bandas de garotas como Bikini Kill e Tribe 8, que reverenciaram antecessoras roqueiras de visual e verbos agressivos: a poetisa Patti Smith e o humor cínico de Deborah Harry. Não se pode alegar que existam “líderes” no movimento “RIOT GRRRL”, já que cada garota deve fazer o que quer e defender seus pensamentos sem se “submeter” a alguma líder; contudo, algumas mulheres lograram maior destaque, tornando-se verdadeiros ícones das “Riot Grrrls”. Sem dúvida o maior destaque é a Kathleen Hanna, vocalista do Bikini Kill, banda pode ser considerada uma das pioneiras (ou a criadora) do movimento.


Nos seus shows, as garotas do Bikini Kill costumavam “mandar” os rapazes para as filas mais distantes do palco, deixando as garotas nos melhores lugares, e entregavam a estas folhas com as letras das músicas para que pudessem melhor acompanhar as canções. Kathleen costumava fazer os shows com os braços, abdômen ou costas escritos com slogans como: RAPE ("estupro") ou SLUT ("vagabunda"), enquanto uma forma de reação à violência sexual e aos comentários “machistas” que determinavam as “Garotas do Rock” ou as mais “liberais” como vagabundas. O costume de escrever os “slogans” no corpo não parou com o Bikini Kill -- até hoje várias bandas femininas se apresentam e se rebelam com o corpo riscado.

Apesar da banda Bikini Kill ter sido a principal e mais influente, a que logrou maior atenção e fama foi a de Cortney Love, a Hole, que é considerada por alguns ícone supremo do movimento, malgrado por diversas vezes Love se ter negado a participar do “tal movimento feminista”, e tendo mesmo criado uma rixa pessoal com Kathleen; um dos motivos da qual teria diso a aversão de Courtney à idéia de que sua banda fosse associada ao RIOT GRRRL -- além de não simpatizar com a “cena” de Olympia, que era tanto a do Bikini Kill quanto a do “Riot Grrrl”. É importante destacar que não só as mulheres defendem o Riot Grrrl, vários homens, inclusive rockstars já defenderam a causa feminina.


FONTE:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Riot_Grrrl


By: Isa Bianchini

segunda-feira, 14 de março de 2011

Rock Gótico


Olá caras (ou caros :P) leitores!


Vamos falar um pouco sobre os subgêneros do rock, e um deles, como vocês já viram no título do post, é o ROCK GÓTICO.


Muita gente acredita que Gótico tem haver com morte, cemitérios, etc e tal. Não é bem assim. As pessoas que aderiram ao estilo gótico, "frequentam" cemitérios, NÃO. O estilo preserva muito a arquitetura (temos como exemplo a Catedral de Notre-Dame), e claro se baseiam em outras coisas (sua cultura é muito extensa, quem sabe mais pra frente nós aqui do blog, criamos um post falando somente sobre isso?)

Então pessoal, vamos deixar o preconceito de lado e ampliar mais nossas mentes, pois esse é um ótimo jeito de expandirmos nossas ideias, e destruir a barreira do Preconceito.

Muio bem, agora, depois de um breve explicação, vamos ao que realmente interessa, Rock Gótico.
Esse sub-gênero surgiu no fim dos anos 70. inspirado essencialmente na atmosfera decadentista pós-punk e em sua emergente estética.

"A atmosfera é realmente maléfica, mas você se sente à vontade dentro dela". Ao fazer um comentário sobre o lendário filme Nosferatu, Bernard Summer, o guitarrista da banda Joy Division, gerou a definição que muitos consideram a mais concisa do assunto.
Dizem que os Anos Dourados foram os anos 50 e os anos 80 a "Década Perdida". Mas para muita gente (góticos ou não) os anos 80 foram uma era dourada em termos musicais. Sem pôr em dúvida a qualidade inegável do Rockabilly (som típico dos anos 50), o "Iê-iê-iê" é o começo da abordagem de temas polêmicos como o diabo, o ocultismo, drogas, sociedade alternativa dos anos 60. Bandas como Beatles, Rolling Stones e The Doors influenciam até hoje. Nos anos 70, inicio do Heavy Metal, que hoje tem um conceito totalmente diferente devido à popularização do New Metal e de outro lado o Metal Melódico, também se firmava sobre esses temas. Também nessa época o Hard Rock, o Glam Rock e, no fim da década, o Horror Punk. Para explicar a música gótica, ou "Gothic Rock", uma passagem em todos esses estilos será necessária, mostrando que o rock em si é uma teia com ligações inesperadas, gerando novos gêneros a cada dia.

Os anos 80 ficaram conhecidos como a "Década Perdida" na América Latina, devido a estagnação econômica vivida pela região durante a época. Crises econômicas, volatilidade de mercados, problemas de solvência externa e baixo crescimento do PIB (Produto Interno Bruto). No Brasil ocorria o fim do chamado “Milagre Econômico”, dada a época de excepcional crescimento econômico ocorrido durante a ditadura militar. No resto do mundo representou o fim da "Idade industrial" e início da "Idade da Informação". Talvez por isso um momento bem propício para o surgimento do gênero musical em questão e seus parentes próximos mais eletrônicamente dispostos, (Metal Industrial, EBM, Synthpop e etc.) já que a Disco Music(que já havia enfraquecido), a House Music e a maioria dos outros tipos de música eletrônica se apoiavam em diversão apenas, tratando qualquer assunto sério com subjetividade (o amor é sempre mais bem visto para tema nesses moldes) e concebendo experimentalismo dançante para festas e clubes. Mas partindo desse príncipio podemos achar raízes para a "Darkwave" sim, de algum modo. Com o surgimento da MTV muitos artistas ligados ao "Gothic Rock" tiveram vários clipes veículados, o que ajudava na divulgação de seu trabalho. David Bowie, influênciado pela Disco Music, lançou o álbum Let´s Dance. Voltou ao loiro, usava topete e ternos coloridos; Que também eram uma característica dos "New Romantics". O movimento New Romantic, conhecido também como "Romo", era um estilo musical e de moda surgido nos anos 80 na Inglaterra. Posterior ao estilo New Wave (fim dos anos 70), estilo este que acabou se dividindo entre New Romantic, Gothic Rock e movimentos Post-Punk. Da influência de Bowie ainda se pode dizer muito, tanto em música como em outros aspectos da subcultura. É muito provável que góticos usem Ankhs só por causa dele. No filme "Hunger/Hunger–Fome de Vida", Bowie interpreta um vampiro e usa um exemplar afiadíssimo para ferir a jugular de sua vitimas já que não tinha dentes afiados. Essa imagem também ficou marcada pelo fundo musical de quando ele saí à caça de uma presa com sua companheira ao som de "Bela Lugosi´s Dead", da banda Bauhaus.